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DICAS & ARTIGOS

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Como escolher uma ração para o meu cão

Há uma infinidade de rações daí a dificuldade na escolha.

Se o seu Pet tem alguma doença que necessite de uma alimentação específica, a escolha torna-se mais simples pois há menos opções, mas que comida escolher para um cão adulto saudável?

Primeiro deve escolher as rações completas e equilibradas e formuladas para a etapa de crescimento do seu cão. Depois há que avaliar a qualidade, preço, digestibilidade e sabor (pois é o sabor que faz com que uma ração seja ou não bem aceite pelos cães).

 

Comparar a qualidade das rações para cães

Para comparar a qualidade há que aprender a ler as etiquetas da ração. Ao ler a fórmula, irá ver que há pouca diferença entre as várias marcas. Nas etiquetas irá encontrar a percentagem de proteínas, gorduras, hidratos de carbono, cálcio, etc. mas a chave está nos ingredientes. As empresas são obrigadas a enumerar os ingredientes por ordem segundo a quantidade que há de cada um, de modo a que um alimento para cães de boa qualidade tenha nos primeiros lugares carne, frango ou outra proteína de origem animal.

 

A soja, por exemplo, fornece proteínas, mas não é tal digerível para cães e é mais barata. Tenha em conta que nos alimentos enlatados o primeiro ingrediente é sempre a água. Os hidratos de carbono são fornecidos pelos cereais, como o trigo, o milho e o arroz. As fibras de melhor qualidade são as de cadeia média, como a polpa de beterraba. A maioria dos alimentos são formulados com cerca de 25-30% de proteínas, mas atualmente há uma nova gama de rações para cão muito boa que contém cerca de 70% de proteínas e não incluem cereais, tendo a mesma a proporção de nutrientes que um cão encontraria ao comer uma presa.

 

Comparar preços de rações para cães

O preço parece muito fácil de comparar, mas há que fazê-lo sem esquecer a qualidade. Quando os ingredientes são de melhor qualidade, obrigatoriamente o preço aumenta. Por outro lado, os gastos com a publicidade, com a investigação, com o embalamento, marketing, etc. também influenciam nos gastos. Há também opções muito interessantes de comida para cães elaboradas com todo o cuidado e responsabilidade que são mais económicas sem perder a qualidade. Tenha cuidado com as rações baratas; se os ingredientes não são bons, a ração não se digere bem e deve dar doses maiores ao seu cão, o que faz com que cada saco renda menos que outro de melhor qualidade. Isso sem contar que não fornece uma boa nutrição para o seu animal de estimação, gastando depois no veterinário.

 

Como saber se o meu cão digere bem a ração?

A digestibilidade também é muito importante na hora de comparar rações e isto leva-nos de novo à qualidade dos ingredientes. Que um alimento seja digestível quer dizer que o aparelho digestivo do cão pode absorver todos os nutrientes e deixar pouco resíduo. Isto nota-se pela quantidade de fezes que o animal faz. Muitas fezes querem dizer digestibilidade baixa, ou seja, que daquilo que come o organismo aproveita pouco. Se o seu cão come uma boa ração e defeca pouco ou com uma consistência macia, então pode sofrer de algum transtorno intestinal e será melhor levá-lo ao seu veterinário.

 

Qual é a ração mais saborosa para o meu cão?

Por último devemos considerar o sabor. Aqui é o cão que decide de que ração gosta mais e de qual não gosta. Dê-lhe a escolher entre as que selecionou como muito boas e escolha finalmente a que ele mais gosta.

Quando o cão é ainda cachorro ou sénior é muito importante dar-lhe a melhor alimentação possível para que cresça ou se mantenha forte e saudável. Durante a etapa adulta, obviamente, é preferível dar-lhe o melhor, mas não se preocupe se não consegue encontrar uma ração para cães Super Premium. Com este guia e com o acompanhamento do seu veterinário poderá escolher uma que seja um pouco mais económica e ainda assim ofereça uma qualidade aceitável. Seja qual for a ração mais indicada para o seu cão, vai encontra-la aqui na Petudo. Em caso de dúvida fale connosco.

 

Boas razões para os seus filhos terem um animal de estimação

Tomar conta de um animal de estimação na infância ajuda as crianças a aprender várias lições de vida. Conheça dez boas razões para dar ao seu filho um amigo de quatro patas:
 

Responsabilidade - as crianças com animais de estimação desenvolvem mais cedo o sentido de empatia e preocupação com os outros. Os animais precisam de cuidado e atenção, e as crianças com um papel ativo na criação de um animal de estimação aprendem que o seu comportamento tem consequências na vida dos outros. Cuidar de um animal também ensina os mais novos a ter cuidar de si mesmas.
 

Auto-estima - crianças bem-sucedidas em cuidar dos seus animais de estimação sentem-se bem consigo próprias e têm mais confiança nas suas capacidades.
 

Menor propensão a alergias e asma - vários estudos mostram que as crianças expostas a pelo, um alergénio típico, no primeiro ano de vida, tendem a desenvolver sistemas imunitários mais fortes.
 

Exercício físico - as famílias passam mais tempo ao ar livre quando têm animais de estimação. Brincar com um cão ajuda as crianças a fazer exercício de forma divertida, ao mesmo tempo que apanham ar fresco e sol, longe de televisões e computadores. Aprender que o exercício é essencial para a saúde dos animais ajuda as crianças a aplicar o mesmo conceito ao seu bem-estar.
 

Tranquilidade - os animais transmitem uma sensação de bem-estar às crianças quando estão chateadas ou tristes. O amor incondicional de um animal transmite calma e ajuda as crianças a relaxar.
 

Treinos de leitura - durante a aprendizagem, muitas crianças sentem-se mais confortáveis em ler alto para animais de estimação, uma vez que estes não as corrigem nem julgam. Quanto mais lerem, especialmente em voz alta, por se conseguirem ouvir a si próprias, melhor o vão fazer.
 

Compromisso - os animais não são brinquedos, as crianças têm de compreender que não podem desistir de cuidar deles e abandoná-los quando se fartarem. Ter um animal dá trabalho e exige um grande compromisso e perseverança.
 

Disciplina - treinar um cão e ensiná-lo a ouvir o dono exige paciência e dedicação, mostrando às crianças os benefícios do respeito mútuo na sua relação com os outros.
 

Primeiro contato com a morte - a perda de um animal de estimação pode ser extremamente difícil para as crianças. Falar com elas de forma clara e honesta sobre o sucedido vai ajudá-las a aceitar e compreender a morte, preparando-as para lidar melhor com uma eventual perda no futuro.
 

Melhores relações familiares - Os irmãos podem ser conflituosas e ter dificuldade em encontrar interesses em comum quando há uma diferença de idades. Ter um animal de estimação em comum e partilhar o tempo de cuidar e brincar com ele ajuda as várias crianças da família a criar laços.